sábado, 4 de fevereiro de 2012

Bivaque - Botão em oblíquo

Botão em oblíquo
O botão em oblíquo é usado para ligar dois troncos em diagonal.

Esta ligação é começada com um nó de pedreiro, feito à volta dos dois troncos, no ponto de cruzamento. Fig. i

Dá-se três voltas aos troncos no prolongamento do nó de pedreiro, certificando-se que as voltas ficam bem apertadas e ao lado uma das outras, e não em cima. Fig, ii.

Dá-se mais três voltas, desta vez cruzadas em cima das anteriores e também bem apertadas. Ficamos assim com duas uniões em cruz à volta dos troncos. Fig. iii.

Esganam-se estas duas voltas de forma bem apertada e termina-se com o nó de barqueiro à volta de um dos troncos. Fig. iv.

A mesma ligação feita a maneira japonesa:


Bivaque - Botão em esquadria

BOTÃO EM ESQUADRIA
Serve para fixar duas varas perpendicularmente.
COMO FAZER:
1. Começamos a amarra, com o nó Volta doFiel ou a Volta da Ribeira, sempre pela base, ou seja, aquela que suportará o peso .
2. Nesta amarra devemos "trançar"o cabo com as varas, formando o desenho de um quadrado, como na figura.
3. É importante que a cada volta, passamos o cabo pela parte de dentro da amarra, para deixá-la mais firme.
4. Finalmente, temos a parte do "esganar"ou "enforcamento". Devemos passar o cabo em torno da amarra.
5. Finalizamos a amarra com a Volta do Fiel do lado oposto ao inicial.

Bivaque - Tripé

Colocando as varas ou troncos, uns ao lado dos outros, dá-se com a corda diversas voltas falidas, que, depois são esganadas. As voltas falidas são voltas dadas em torno de quaisquer objetos de eixos paralelos, obrigando-se o chicote a descrever sucessivos oitos. Inicia-se e termina-se com a Volta do Fiel (Nó de Barqueiro).

Bivaque - Nós e os Nós

DIREITO
É o nó usado para emendar cordas com o mesmo diâmetro. Neste nó, quando usadas cordas com diâmetros diferentes, ele se desfaz.
OITO
Este nó é mais volumoso que o nó superior comum e muito mais fácil de ser desfeito, quando não for apertado demasiadamentre. É usado comumente sempre que queira criar uma protuberância numa corda, servindo perfeitamente quando se fizer necessária a fixação de uma corda em seu encaixe. Neste caso, o nó poderá ser empregado se não houver uma estaca ou outro local onde se amarra a corda.

ENCAPELADURA

Este nó é também designado por nó de Cadeira de Bombeiro ou nó de Catau.

O nó de Encapeladura tem várias variantes.


ESCOTA

Este nó serve para unir dois cabos de diâmetros diferentes ou para prender um cabo numa volta ou argola.É o que usamos também para prender a bandeira.

LAIS DE GUIA
É certamente um dos tipos de nó mais úteis. É um nó muito forte, não corre e não fica apertado sob tensão, sendo possível soltá-lo, se necessário. Pode, por exemplo, servir para se atirar a alguém que se está a afogar.
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CORRER
É um nó simples, feito numa extremidade e abrangendo a outra parte do próprio cabo. Fica, assim, feita uma volta, cuja extensão pode-se fazer varia, correndo o nó num sentido ou no outro. Usa-se-o, comumente, nos estais dos paus da barraca.
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PESCADOR
Como o nome o indica, é o nó usado pelos pescadores para emendar suas linhas ou redes de pesca. Deve ser usado para unir cabos finos ou barbantes, pois é muito seguro. Serve também para unir dois cabos molhados ou escorregadios. Para fazê-lo, junte os dois cabos, lado a lado, com as extremidades em direções opostas. Dê um nó simples em uma extremidade, apanhando o corpo do outro cabo; abandone esse pedaço e faça trabalho idêntico do outro lado. Depois, puxe as partes fixas dos cabos, fazendo os nós se aproximarem e se adaptarem bem, um ao outro. Se isso não acontecer, você deve ter errado ao dar a volta de um dos nós. Observe maiores detalhes na figura.
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VOLTA DO FIEL
Este nó é usado para amarrar uma corda sobre um ponto fixo, quando está previsto esforço (tensão) para ambos os lados do nó. Não deve ser usado se apenas uma parte for solicitada, porque assim este nó pode escorregar perigosamente.
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PEDREIRO

Este nó destina-se a prender uma corda a um suporte afim de o içar ou arrastar.
Executa-se fazendo um cote e enrolando o chicote à volta dele, fazendo passar o tronco por dentro dele. Pode-se ainda dar mais uma volta ao tronco com o cabo para maior segurança.
A este nó também se chama: Volta da Ribeira.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Reunião da tribo



                                                                                                                                                                          21 de Janeiro de 2012

Reunião da tribo
      Começamos a reunião com um jogo (no ginásio) chamado pedra, papel ou tesoura em que a dois grupos escolhem um dos objetos contasse ate três e tem de imitar a forma do objeto escolhido pela equipa se perderem contra a outra equipa tem de fugir deles ate chegarem a parede. Depois, fomos reunir e a Maria Ana deu nos os pontos de avaliação do inter-patrulhas sobre os quais nos refletimos e propusemos mais alguns.
     Logo a seguir, a Maria Ana chamou-nos para um lanche muito diferente de todos os outros, planeado na semana anterior em que cada patrulha ficara responsável por trazer um lanche francês. A patrulha Falcão trouxe um bolo de noz (não era francês) e a patrulha Cisne trouxe mini tostas com queijo brie. Depois do lanche a patrulha cisne vendeu bolachinhas feitas pela mariana da patrulha que se venderam num instante.
     Como sempre, todo o grupo reuniu-se para o final de reunião. O Nuno apresentou um jogo que para ele se chamava cordão humano mas que na realidade se chamava senhor doutor, e por fim, veio o hino.
                    Até para a semana!!!


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Calendário trimestral



Aqui vai o calendário para o próximo trimestre. 
Feito por: Mariana da patrulha cisne 

A reunião de tribo



A reunião de tribo
      Nesta semana abrimos a reunião da tribo começando com o jogo do maestro em conjunto com a alcateia e com outros membros dos escoteiros. Depois na reunião de tribo ocorreu o conselho de tribo onde estivemos a decidir qual seria o tema e as actividades que se iriam realizar neste trimestre. Ouve algumas propostas (de ambas as patrulhas) rejeitados pelos chefes e por votação da tribo por não agradar aos mesmos como por exemplo, a ideia de um elemento da patrulha cisne por música à noite numa actividade com o objectivo de por toda a tribo a dançar  , porque com tanto barulho, podia aborrecer os vizinhos.
      Uma das ideias que pareceu bem à tribo, foi tentar criar pequenos balões de ar quente e experimentar pô-los a voar.
      Depois de serem exibidas todas as ideias, ficou planeada uma zulu night para este trimestre onde se vão desenvolver muitas das ideias propostas pela tribo.
      A seguir a tribo teve de arrumar e limpar o seu canto pois estava a precisar. Logo de seguida, fomos lanchar e a tribo teve um tempinho de convívio.
      No final de reunião, a patrulha Falcão apresentou um novo elemento que tinha estado presente na reunião pela primeira vez. Jogamos  o jogo da mosca e finalizamos com a lei.
             Por hoje é tudo mas para a semana voltamos com mais notícias!

Feito por: Mariana da patrulha cisne